sexta-feira, fevereiro 23, 2007
how much more can we use it up? drink it dry? take this drug? looking for something forever gone. but something... we will always want?
- Como tem passado? - Não vou me dar ao trabalho de te dizer "fantástica". - Estaríamos vencendo as resistências ao tratamento!? - Claro, por que não... - Conte-me. - O que? - Você quer falar sobre o que? - Podemos falar sobre pessoas que te tiram o sono até as 4 da manhã? Ah, o dinheiro é meu, suponho que sim. - Hm. - Você não cansa de ficar aí, horas a fio, ouvindo as besteiras da vida dos outros? - Só quando as pessoas vem aqui e ficam falando sobre besteiras, sem falar sobre o que realmente importa. - O que realmente importa? - Diga-me você. - Não vou dar a resposta chavão. - Qual seria mesmo essa? - Ele. - Você aprendeu já na 4a fase do curso que se alguém fala um "eu NÃO sou/tenho/vou", lá vem um desejo. - Lá vamos nós de novo. - Discorda? - Tive um sonho hoje. - Fale-me mais sobre isso. - Era do tipo infantil. - Infantil, contigo como criança? Ou infantil, significativo e não enigmático? - Esse segundo tipo. - Sonhos de criança, onde os eles realizam desejos que foram ativos durante o dia, mas que permanceram irrealizados. "Simples e indisfarçadas realizações de desejos". (Freud, 1901) Sim, continue. - Por que estou sonhando como uma criança de 7 anos? - Página 685, e nos vemos na próxima semana.
No bodies felt like you. Nobodys.
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